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Arcanos 16 a 19: a queda e a clareza

Quatro cartas seguidas que costumam ser lidas juntas: primeiro algo cai, depois a luz volta.

16 · A Torre

o que cai

Carta do desabamento repentino. Algo que parecia firme deixa de ser.

Quase sempre o que cai já estava mal construído antes; o baque só torna isso visível.

A dureza é não avisar. Não há tempo de preparo e por isso dói.

Depois da Torre costuma vir alívio: acabou o que custava sustentar.

17 · A Estrela

quem orienta

Carta da esperança tranquila. Não promete resultado: promete direção.

Aparece depois de algo difícil, quando volta a sensação de que há para onde ir.

A fragilidade é confiar sem agir. A estrela aponta o caminho, não o percorre.

Numa matriz costuma marcar a zona em que alguém se recupera e volta a projetar.

18 · A Lua

o que confunde

Carta do que não está claro. Sombras, intuições, mal-entendidos.

Fala de medos que crescem à noite e murcham de dia, e de informação incompleta.

O risco é decidir com pouca luz. O que parece evidente aqui costuma não ser.

Costuma acompanhar situações em que falta um dado e alguém o completa com imaginação.

19 · O Sol

o que se vê

Carta da clareza. As coisas ficam expostas e isso, quase sempre, alivia.

Fala de reconhecimento, de trabalho que se nota, de alegria sem condições estranhas.

O excesso é querer brilhar o tempo todo. Exposição constante também cansa.

Em vínculos descreve o que funciona à vista de todos e não precisa de explicação.

Veja seus arcanos

A Matriz do Destino calcula quais desses arcanos caem em cada posição da sua data de nascimento.

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